Todo o golpe se dava através de supostas compras de matéria prima direto do produtor rural, que, para suposta emissão de nota fiscal, fornecia aos golpistas foto de documentos pessoais e do bloco de produtor rural.
Assim, de posse de tais documentos, os criminosos adquiriam fertilizantes, defensivos agrícolas, ferramentas de alto custo, combustíveis e toneladas de aveia, alfafa e calcário. A quadrilha agia em todo o Estado do RS e, segundo apurado até o momento, estava expandindo a atuação para o Estado de SP, lesando as vítimas em mais de cem mil reais.
A operação policial teve apoio das delegacia de Passo Fundo, envolvendo mais de 30 policiais.









